terça-feira, 18 de abril de 2017

Policiais invadem Congresso em ato contra reforma da Previdência; vídeos

Policiais Civis, Federais e Rodoviários de vários estados participaram de mobilização no Congresso em ato contra aprovação da reforma previdenciária
Os brasileiros estão cansados de tanta safadeza, roubos, desvios e impunidade, não estão mais calados, e indo para guerra contra os que mais são beneficiados financeiramente e querem roubar o direito do povo. Foi correto depredar o patrimônio público? Não. Mas é correto roubar o povo brasileiro? É correto tirar nossa dignidade? É correto tirar leitos de saúde dos enfermos que estão nas filas dos hospitais? É correto roubar merenda? Deixar a insegura tomar conta das ruas? O que é correto? Gente, será que é correto roubar nossos direitos? Será que é correto estes políticos com tantos benefícios e povo passando fome?
Policiais civis, rodoviários e federais de vários estados e do Distrito Federal protestaram na tarde desta terça-feira (18), em Brasília, contra a proposta de reforma da Previdência. Durante o ato, um grupo de policiais tentou invadir a chapelaria do Congresso Nacional. Houve tumulto, e vidraças do prédio foram quebradas.
A manifestação foi convocada pela União Policiais do Brasil (UPB). Segundo a Polícia Militar do DF, havia cerca de 1 mil policiais no gramado em frente à sede do Legislativo, no momento da confusão. A União de Policiais do Brasil estima que um grupo de 100 a 150 policiais chegou a entrar na área privativa do Congresso.
O tumulto começou quando esse grupo de manifestantes desceu até a chapelaria – rota de acesso de visitantes e parlamentares. A Polícia Legislativa tentou bloquear a entrada, mas o grupo quebrou os vidros e invadiu pelos espaços abertos.
De acordo com a UPB, cinco policiais que participavam do protesto chegaram a ser detidos pela Polícia Legislativa, mas foram liberados em seguida.
Em nota, a Câmara dos Deputados confirmou que não houve feridos. No entanto, indicou que durante o tumulto apenas um dos manifestantes foi detido e, após assinar um termo de compromisso de comparecimento à Justiça, ele foi liberado.
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