sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

MERCADO PUBLICO: Reforma se arrasta há anosO que está pronto não é entregue e situação prejudica os feirantes.

 

A reforma do Mercado Público de Nova Cruz/RN iniciada no ano de 2020, com recursos provenientes da venda dos consignados dos funcionários do município, da Caixa Econômica Federal para o Banco do Bradesco e que renderam 800 mil Reais à prefeitura municipal, se arrasta por mais de tres anos, prejudicando os feirantes e a população. O presidente da Associação dos Feirantes de Nova Cruz, Sub Tenente José Carlos - Carlinhos, publicou vários vídeos nas suas redes sociais em que mostra a situação atual do mercado público e a carente estrutura servida aos feirantes, mesmo com as cobranças do "imposto da feira" duas vezes na semana (algo que nunca foi feito em outras gestões), inclusive com depoimentos de alguns deles.

A reforma do Mercado Público, comumente referida em contextos de denúncia no Nordeste (como  Nova Cruz) e outras capitais, tem enfrentado atrasos crônicos, gerando prejuízos significativos aos feirantes e comerciantes locais. A situação, que se arrasta por anos em alguns casos, envolve estruturas provisórias inadequadas e a não entrega da obra definitiva.

  • Situação dos Feirantes: Os feirantes enfrentam condições precárias nos locais provisórios, incluindo falta de estrutura, boxes inadequados, calor excessivo, problemas com chuvas e insegurança.
  • Prejuízos: A demora na entrega da reforma resulta na diminuição drástica das vendas, perda de clientela e desvalorização dos produtos.
  • Impasse nas Obras: As obras, por vezes, são finalizadas em termos de estrutura, mas não são entregues à população, ou os novos boxes não atendem às necessidades dos trabalhadores (ex: comerciantes de atacado).
  • Exemplos de Atrasos: Relatos apontam para reformas que deveriam ter sido concluídas meses ou anos atrás,  onde a "promessa de entrega" não se concretiza, indignando os trabalhadores
  •  Os feirantes clamam por agilidade na conclusão da obra e segurança para o retorno ao mercado principal.

O secretário da Associação dos feitantes conhecido como "Zé do Tempero" também falou sobre a situação em que eles estão vivenciando com a desestruturação do mercado devido à  infindável reforma que já transcorre por longos tres anos.

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  • Atrasos Recorrentes: Embora intervenções emergenciais como nova cobertura, iluminação LED e reforma de banheiros tenham sido citadas, o projeto de revitalização completa ainda enfrenta etapas burocráticas, como a fase de licitação e remanejamento de recursos.
  • Impacto nos Feirantes: Os comerciantes relatam queda nas vendas devido às condições precárias do espaço temporário, que sofre com alagamentos em dias de chuva e calor excessivo sob telhados improvisados.
  • Estrutura Inacabada: Há denúncias de que partes da obra consideradas "prontas" não são entregues de forma funcional, mantendo os feirantes em boxes que não atendem às necessidades de quem trabalha no atacado ou com alimentos perecíveis.
Feirantes foram ouvidos pelo presidente da Associação: "Pereira" um dos mais antigos feirantes da cidade - indignado e apelo.  

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