segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Brasil; ENEM 2025: “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira” é o tema da redação

 

Foto: g1

A prova de redação no primeiro dia do Enem 2025 (Exame Nacional do Ensino Médio) teve como tema “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”, revelou o ministro Camilo Santana em suas redes sociais.

A produção do texto faz parte do primeiro dia de provas, que conta também com questionário de linguagens, língua estrangeira e ciências humanas.

A segunda etapa acontece no próximo domingo (16), quando os participantes responderão questões de matemática e ciências da natureza.

Confira o tema da redação do Enem em outros anos

  • Enem 2024 – “Desafios para a valorização da herança africana no Brasil”
  • Enem 2023 – “Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil”
  • Enem 2022 – “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”
  • Enem 2021 – “Invisibilidade e Registro Civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil”
  • Enem 2020 – “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”, na versão impressa; e “O desafio de diminuir a desigualdade entre regiões no Brasil”, na digital.
  • Enem 2019 – “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”
  • Enem 2018 – “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”
  • Enem 2017 – “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”
  • Enem 2016 – “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”
  • Enem 2015 – “A Persistência da Violência contra a Mulher na Sociedade Brasileira”
  • Enem 2014 – “Publicidade infantil em questão no Brasil”

Com informações de g1

TRAGÉDIA EM CG: Saiba como estão os demais reservatórios de água da PB

 

O presidente da Cagepa, Marcus Vinícius Neves, destacou, neste domingo (9) que o abastecimento de água foi restabelecido com segurança para Campina Grande e cidades vizinhas.

Segundo ele, após inspeções técnicas detalhadas, foi confirmado que os demais reservatórios permanecem íntegros e em plenas condições de operação.

“Desde o momento do incidente, adotamos todas as medidas necessárias para garantir a segurança do sistema. Nossas equipes realizaram inspeções visuais e estruturais em todas as câmaras do reservatório e confirmaram que apenas a unidade afetada foi isolada. As demais estruturas estão seguras e em funcionamento normal, assegurando a continuidade do abastecimento com total controle técnico. Seguimos monitorando o sistema e mantendo a transparência com a população”, reforçou Marcus.

Neste domingo (9), o vice-governador Lucas Ribeiro, que preside a comissão criada para coordenar as ações, está novamente no local, acompanhando os trabalhos de limpeza das residências, o retorno do abastecimento e a instalação de uma tenda com representantes dos órgãos estaduais que prestam suporte direto à população.

Além da assistência técnica e estrutural, o Governo do Estado também garantiu abrigo e apoio emergencial às pessoas que ficaram temporariamente desalojadas. Um dos grupos acolhidos foi o do Centro de Recuperação Pedacinho do Céu, que abrigava 12 homens em situação de vulnerabilidade social e teve a casa atingida pela água. A Cagepa providenciou um novo imóvel e todo o suporte necessário.

Paraíba; Motoristas de ônibus descartam greve no transporte público de João Pessoa

 

Os ônibus do transporte público de João Pessoa está circulando normalmente após o Sindicato dos Motoristas entroar em acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa (Sintur-JP).

Na última sexta-feira (7), trabalhadores aprovaram um indicativo de greve para está segunda (11) por descumprimento de dissídio do acordo coletivo da categoria por parte do patronato.

No entanto, o presidente do Sindicato, Ronne Nunes, informou que um acordo definitivo sobre plano de saúde foi fechado neste fim de semana.

Blog do BG PB 

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

"Bolsonaro vai para a Papuda e irá provar do próprio veneno", diz Roberto Tardelli

Jurista também falou sobre os riscos que rondam as eleições de 2026 247 – O jurista Roberto Tardelli avaliou que a prisão de Jair Bolsonaro no Complexo da Papuda é o desfecho mais provável, salvo se houver laudo oficial atestando que o presídio não tem condições de tratar sua saúde. “Ele só não irá para a Papuda se houver um reconhecimento da direção do presídio de que ali ele corre risco de vida por não haver condições para promover qualquer tratamento a ele. Ponto”

 

 Segundo Tardelli, a condição de ex-chefe de Estado impõe protocolos, mas não impede o cumprimento da pena: “O que ele não pode é entrar e ficar juntamente com os presos comuns, porque ele não é um preso comum, ele é um ex-presidente da República, certo?”. Para o advogado, só um parecer da administração penitenciária poderia recomendar domiciliar por motivo de saúde — e “essa declaração até agora não veio”

 

Ele também afirmou que Bolsonaro “foi o que mais pregava condições desumanas de encarceramento” e completou: “Talvez ele não esperasse que ele fosse [...] provar desse próprio veneno horroroso que é o sistema penitenciário brasileiro”.

 

 Ao comparar o caso a decisões que beneficiaram Fernando Collor, Tardelli pontuou que ali “houve uma vasta prova de que ele não teria condições de ficar na prisão comum”, por demanda de “atendimento altamente intensivo e especializado”. No caso de Bolsonaro, reiterou, seria indispensável laudo técnico do sistema penitenciário. 

 

 ‘As milícias são o governo’ e a crítica ao massacre no Rio 

 

Tardelli relacionou segurança pública e política fluminense ao comentar a operação que deixou ao menos 121 mortos no Rio de Janeiro: “Esse fato é uma execução, foi uma decretação do estado de sítio de uma população muito carente”. Ele chamou atenção para a seletividade territorial das ações: “Curiosamente, por que que não há uma operação dessa na Rocinha? [...] Porque a Rocinha fica em São Conrado”. 

 

 O advogado rejeitou a expressão “Estado paralelo”: “Não existe Estado paralelo [...] As milícias são o governo, tá? São o governo”. Contra rotular facções como terrorismo 

Tardelli criticou iniciativas para tipificar facções criminosas como terroristas:“Toda essa manobra tem um objetivo final, que é impedir que as eleições de 2026 se realizem”. Para ele, há diferença estrutural: “Essas facções são business, querem dinheiro. Para eles, quem estiver no poder, pouco importa”.

 

 Ao comentar o cenário institucional, Tardelli defendeu reforço da segurança presidencial e destacou o papel de Luiz Inácio Lula da Silva: “Eu dobraria a segurança do Lula, porque o Lula é a pedra no caminho”. Ele citou a relação do presidente com líderes estrangeiros, incluindo encontros com Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, como parte do tabuleiro geopolítico

"Bolsonaro vai para a Papuda e irá provar do próprio veneno", diz Roberto Tardelli

Jurista também falou sobre os riscos que rondam as eleições de 2026 247 – O jurista Roberto Tardelli avaliou que a prisão de Jair Bolsonaro no Complexo da Papuda é o desfecho mais provável, salvo se houver laudo oficial atestando que o presídio não tem condições de tratar sua saúde. “Ele só não irá para a Papuda se houver um reconhecimento da direção do presídio de que ali ele corre risco de vida por não haver condições para promover qualquer tratamento a ele. Ponto”, disse. Segundo Tardelli, a condição de ex-chefe de Estado impõe protocolos, mas não impede o cumprimento da pena: “O que ele não pode é entrar e ficar juntamente com os presos comuns, porque ele não é um preso comum, ele é um ex-presidente da República, certo?”. Para o advogado, só um parecer da administração penitenciária poderia recomendar domiciliar por motivo de saúde — e “essa declaração até agora não veio”. Ele também afirmou que Bolsonaro “foi o que mais pregava condições desumanas de encarceramento” e completou: “Talvez ele não esperasse que ele fosse [...] provar desse próprio veneno horroroso que é o sistema penitenciário brasileiro”. Ao comparar o caso a decisões que beneficiaram Fernando Collor, Tardelli pontuou que ali “houve uma vasta prova de que ele não teria condições de ficar na prisão comum”, por demanda de “atendimento altamente intensivo e especializado”. No caso de Bolsonaro, reiterou, seria indispensável laudo técnico do sistema penitenciário. ‘As milícias são o governo’ e a crítica ao massacre no Rio Tardelli relacionou segurança pública e política fluminense ao comentar a operação que deixou ao menos 121 mortos no Rio de Janeiro: “Esse fato é uma execução, foi uma decretação do estado de sítio de uma população muito carente”. Ele chamou atenção para a seletividade territorial das ações: “Curiosamente, por que que não há uma operação dessa na Rocinha? [...] Porque a Rocinha fica em São Conrado”. O advogado rejeitou a expressão “Estado paralelo”: “Não existe Estado paralelo [...] As milícias são o governo, tá? São o governo”. Contra rotular facções como terrorismo Tardelli criticou iniciativas para tipificar facções criminosas como terroristas: “Toda essa manobra tem um objetivo final, que é impedir que as eleições de 2026 se realizem”. Para ele, há diferença estrutural: “Essas facções são business, querem dinheiro. Para eles, quem estiver no poder, pouco importa”. Ao comentar o cenário institucional, Tardelli defendeu reforço da segurança presidencial e destacou o papel de Luiz Inácio Lula da Silva: “Eu dobraria a segurança do Lula, porque o Lula é a pedra no caminho”. Ele citou a relação do presidente com líderes estrangeiros, incluindo encontros com Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, como parte do tabuleiro geopolítico

Moraes dá aval a cela ‘de luxo’ na Papuda para Bolsonaro..

 

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, já teria escolhido o destino de Jair Bolsonaro: uma cela especial na Penitenciária da Papuda, em Brasília. Segundo informações do Metrópoles, Moraes viu imagens do local e deu o aval para a “acomodação” do ex-presidente — com paredes brancas, ar-condicionado e televisão.

Bolsonaro cumpre atualmente prisão domiciliar, mas aliados acreditam que o STF pode determinar a transferência já na próxima semana, depois de rejeitar os recursos apresentados pela defesa. A cela teria sido adaptada especialmente para recebê-lo, o que alimenta críticas sobre o tratamento diferenciado dado a políticos e poderosos no sistema prisional.

A expectativa é que a estadia do ex-presidente na Papuda seja curta. Até mesmo ministros próximos a Moraes apostam que o STF vai voltar atrás e permitir o retorno à prisão domiciliar, alegando “motivos de saúde” — o mesmo argumento que beneficiou Fernando Collor, em maio, condenado por corrupção.

Bolsonaro foi sentenciado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes. Ele usa tornozeleira eletrônica e é investigado ainda por coação no curso de processo, num inquérito aberto após seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, tentar pressionar autoridades brasileiras com o apoio do governo dos Estados Unidos.

Com voto de Zanin, STF tem maioria para manter condenação de Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão

 

A Primeira Turma do STF formou maioria para negar os recursos apresentados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e outros seis condenados por participação na tentativa de golpe de Estado. O julgamento ocorre no plenário virtual e vai até 14 de novembro.

O relator, Alexandre de Moraes, votou pela rejeição dos recursos e foi acompanhado por Flávio Dino e Cristiano Zanin. Falta apenas o voto de Cármen Lúcia.

Os réus apresentaram embargos de declaração, recurso usado para pedir esclarecimentos sobre a decisão. As defesas questionavam pontos como cálculo das penas e suposta falta de provas.

Moraes afirmou que o recurso de Bolsonaro apenas repetiu argumentos já rejeitados e destacou que ficou demonstrado que o ex-presidente atuou como líder de uma organização criminosa com objetivo de manter-se no poder via ruptura institucional.

Em setembro, os ministros concluíram que o grupo formou uma organização criminosa armada que tentou impedir a posse do presidente Lula em 2023.

A defesa ainda pode apresentar um segundo embargo. Só após a rejeição definitiva é que poderá iniciar o cumprimento da pena, definida em 27 anos e 3 meses para Bolsonaro.

Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em outro processo, relacionado à tentativa de influenciar o governo Trump contra o Judiciário brasileiro. No caso da trama golpista, Moraes ainda definirá se a pena será cumprida em casa, em unidade militar ou na sede da PF.

Com informações de O Globo

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