quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Governo fará mudanças no calendário de vacinação

       Imunizações contra HPV, meningite, pneumonia e polio serão afetadas
                                                                                                                                            BRASÍLIA — O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira mudanças no calendário de vacinação. As doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia foram alteradas. Além disso, não será mais necessária a terceira dose da vacina de HPV (papiloma vírus humano). Também haverá mudança no tipo de vacina contra poliomielite aplicada quando os bebês têm seis meses de idade.
No caso vacina contra HPV, serão necessárias agora apenas duas doses: a segunda seis meses depois da aplicação da primeira. Segundo o Ministério da Saúde, estudos recentes mostraram que duas doses são efetivas para proteger as meninas entre nove e 14 anos de idade. As mulheres
com HIV entre nove e 26 anos continuarão recebendo três doses.
Os bebês terão terão a redução de um dose na vacina pneumocócica 10 valente para pneumonia. Agora serão duas doses, aos dois e quatro meses, seguida de um reforço, a ser aplicado preferencialmente aos 12 meses, mas podendo ser tomado até os quatro anos. Segundo o Ministério da Saúde, estudos mostraram que o novo esquema dá a mesma proteção que o antigo, composto por três doses mais um reforço.
A terceira dose da vacina de poliomielite será injetável, e não mais oral. Ela é administrada aos seis meses de idade. A vacina injetável tem vírus inativados, enquanto a oral tem vírus atenuados. Segundo o Ministério da Saúde, a alteração faz parte da estratégia para erradicação mundial da doença. No Brasil, o último caso foi registrado em 1989. O reforço da vacina contra poliomielite, aplicado até os quatro anos, continua sendo oral.
No caso da vacina meningocócica C (conjugada), o reforço não será aplicado mais preferencialmente aos 15 meses de idade, mas aos 12. O reforço pode ser feito até os quatro anos.
“Essas mudanças são rotineiras. O Calendário Nacional de Vacinação tem mudanças periódicas em função de diferentes contextos. Sempre que temos uma mudança na situação epidemiológica, mudanças nas indicações das vacinas ou incorporação de novas vacinas, fazemos modificações no calendário”, explicou o secretario de Vigilância em Saúde, Antônio Nardi, por meio da assessoria de imprensa do Ministério da Saúde.


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