


A desistência do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, da disputa pelo Senado Federal, após ser definido pelo grupo oposicionista como candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, provocou mudanças importantes no cenário político estadual.
A movimentação é avaliada por analistas como favorável à governadora Fátima Bezerra (PT), que se prepara para concorrer a uma das vagas ao Senado nas eleições de 2026. Álvaro Dias era apontado como um nome competitivo, sobretudo em Natal e na região metropolitana, que concentram o maior eleitorado do Estado.
Com sua saída da corrida pelo Senado, o cenário passa a indicar uma maior polarização, fortalecendo a perspectiva de uma disputa direta entre Fátima Bezerra(PT) e o senador Styvenson Valentim(PSSB). Nesse novo arranjo, o espaço eleitoral da senadora Zenaide Maia tende a ser reduzido.
O vice-governador Walter Alves confirmou que o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) indicará o deputado estadual Hermano Morais como candidato a vice-governador na chapa do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte.
A declaração foi dada na noite de quarta-feira (21), em entrevista à Rádio Difusora de Mossoró.
“O MDB fechou uma aliança com o prefeito Allyson. Nós vamos indicar o vice-governador, o deputado Hermano Morais”, afirmou Walter, no Aeroporto Dix Sept Rosado, onde recepcionou o ministro dos Transportes, Renan Filho.
O apoio do MDB à pré-candidatura de Allyson já havia sido anunciado, e Walter informou que deixará o cargo em abril para disputar uma vaga de deputado estadual.
Hermano Morais, hoje filiado ao Partido Verde (PV), confirmou o retorno ao MDB para integrar a chapa.
O MDB Nacional decidiu manter o vice-governador Walter Alves como presidente do partido até, pelo menos, março de 2027. O presidente nacional da legenda, Baleia Rossi, incumbiu Walter de seguir presidindo o diretório estadual e conduzir o MDB durante as eleições de 2026.
A decisão do MDB inclusive já foi comunicada à Justiça Eleitoral, o que atesta a permanência de Walter Alves como principal representante do MDB no RN. A prorrogação do mandato comprova a confiança da direção nacional no trabalho que vem sendo desenvolvido no estado e afasta as especulações sobre a perda de Walter do comando partidário no Estado.
As inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 encerram às 23h59 de hoje (23), pela plataforma Acesso Único.
É a única edição do programa no ano e reúne 274,8 mil vagas em 7.399 cursos de graduação de 136 instituições públicas.
Podem participar candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2023, 2024 ou 2025, com nota acima de zero na redação e ensino médio concluído.
Cada inscrito pode escolher até dois cursos.
Rondônia é o único estado sem oferta pelo Sisu.
O resultado da chamada regular sai em 29 de janeiro, com matrículas a partir de 2 de fevereiro.
A lista de espera recebe manifestações de interesse entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro.
A reunião entre Rogério Marinho, Styvenson Valentim e ÁLvaro Dias acabou. Os três sentaram para definir quem será candidato ao governo e senado. Rogério Marinho vinha sinalizando que não seria candidato ao Governo do RN, o que abriria a vaga para Styvenson ou Álvaro disputar o cargo.
O que foi definido pelos três vai ser divulgado amanhã, em encontro no PL. Depois, eles concederão uma entrevista coletiva para anunciar.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br
Como conhecedor dos festejo tradicionais e culturais do município, digo que, já não se faz a festa de São Sebastião como nos anos 50 e 60. Naquela época não existia à bobagem que existe hoje, atualmente a festa de São Sebastião é dividida em dois territórios, no 1º, fica a maioria dos políticos demagogos e fracassados dentro da barraca, no entanto, alguns fazendo media e arrematando galinha e rindo da cara do povo. No 2º, fica o povão andando em torno do “Mercado Público” apreciando os brinquedos do parque de diversão. Antigamente o povão se misturava geral, em época de crise poucos tem condição de bancar uma mesa para sua família e amigos, muito menos arrematar galinha de 100 a 150 reais, essa moleza fica pra quem ganha fácil e sem saber de onde vem...
Festas tradicionais:
As festas tradicionais de Nova Cruz ficaram no passado, a festa de “Fim de ano e São Sebastião” ficaram no passado e não voltam mais. Nessa época, tinha as barraquinhas vendendo as comidas típicas e os produtos tradicionais do município, como: Picado de Porco, Buchada de Bode, Galinha Caipira com Macaxeira ou Batata doce, Pão Recife, Bolo Preto, Beiju, Afininho, Aratu seco, Doce seco e Roleto de Cana, o que não podia faltar nas festas culturais era o Forró Pé de Serra e a tradicional Cachacinha com tripa de porco.
Em ano de eleição: tem festa e tudo mais
Hoje, segundo os comentários na festa, praticamente as festas são direcionadas aos políticos meia bocas e fracassados. È muito simples, como esse ano, é ano de eleição e os caras começam a dá as caras. Os caras somem do mapa e só dão as caras em época de festas, os eleitores que estão revoltados com os políticos, fica uma pergunta, o que é que vocês vão dizer agora? Os políticos copa do mundo já estão botando a cara e dando abraços apertados em vocês. Vão tomar vergonha na cara ou vão votar nessa cambada de mentirosos e demagogos da política? O futuro do Brasil e do nosso Estado estar em nossas mãos. É mudar ou mudar...
Ex-deputado federal e nome histórico do MDB, Henrique Eduardo Alves fez duras críticas à decisão de Walter Alves (MDB) de não assumir o Governo do Rio Grande do Norte como primeiro na linha de sucessão, classificando a postura como “constrangedora”. Sem se referir ao primo Walter diretamente pelo nome, mas como “ele”, Henrique diz que “não vai enfrentar, está com medo, vai se esconder”.
Em entrevista ao Diário do RN, o ex-presidente da Câmara, afirmou que não lhe faltaria coragem para assumir a gestão, mesmo diante de dificuldades financeiras, e defendeu que governar em momentos difíceis faz parte do dever de quem ocupa um cargo público. “O MDB da antiga geração, Aluízio, Agnelo e Garibaldi, todos os três tinham perfeitamente consciência e esse sentimento da luta que não poderia fugir, da luta que teriam que enfrentar em plena ditadura militar. Eu não teria esse comportamento”, disse.
Henrique avaliou que a decisão tem gerado forte repercussão negativa, enfraquece a imagem do MDB no Estado e no cenário nacional, frustra a militância e rompe com a tradição histórica do partido, marcado pela luta, pela coragem e pelo enfrentamento de desafios, inclusive durante a ditadura militar.
“Garibaldi não merece passar por isso. Ele sempre foi o líder de todos nós. Tenho certeza de que ele não teria essa atitude se fosse o caso”, lamentou.
O ex-deputado contou, ainda, que diante da situação, Ezequiel Ferreira não irá mais para o MDB.
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